Redirect Java


INFORMATIVO 2
 

Abril a Junho de 2001

Indice

  1. CBH-Pará foi destaque no Dia Mundial das Águas
  2. Diagnótico Dócio-Ambiental
  3. Conservação do Solo
  4. Regina Greco é Reconduzida para Novo Mandato
  5. Cartas e Curtas
  6. Copetências da ANA
  7. Dia Mundial das Águas
  8. Como Acontece a Poluição

Retornar ao topo da página


CBH-Pará foi destaque no Dia Mundial das Águas


CBH-Pará foi destaque na mídia na semana que comemorou o Dia Mundial das Águas

O setor de jornalismo e marketing do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pará - CBH-Pará, obteve importante apoio da imprensa ao longo da semana em que se comemorou o Dia Mundial das Águas - 22 de março.

No domingo, 18/03, o diário Jornal Agora, de Divinópolis, estampou em matéria de ¼ de página em sua capa, a programação de eventos que o CBH-Pará iria realizar ao longo da semana. O mesmo Jornal Agora, também dedicou um excelente espaço às atividades do CBH-Pará em sua edição de 22/03, no Dia Mundial das Águas, juntando-se ao coro em prol da preservação de nossas nascentes e alertando seus leitores para a irracionalidade do desperdício.

A TV União, filiada à Rede Globo através da sucursal Divinópolis, foi outra empresa jornalística que também se esmerou na cobertura do Dia Mundial das Águas. O trabalho de campo teve início no dia 17/03, sábado, quando a equipe da TV União registrou e produziu uma excelente reportagem sobre o peixamento realizado na cidade de Itapecerica pelo CBH-Pará, em parceria com a ONG SEI - Sociedade Ecológica de Itapecerica, EMATER, CEMIG, Codevasf e escolas locais.

Ainda no sábado 17, e domingo 18/03, a presidenta do CBH-Pará, Regina Greco, juntamente com o assessor de imprensa do Comitê, acompanhou a mesma equipe de TV na captação de imagens e produção da reportagem especial que iria ao ar no dia 22/03. O tema e objeto da reportagem não poderia ser mais conveniente: uma viagem pelo Rio Pará, desde sua nascente em Passa Tempo, até a foz, na cidade de Pompéu.

Além de poder divulgar o Projeto "Água é Vida" através da bela e competente reportagem, a TV União ainda reservou um espaço em seu telejornal do dia 22 para uma entrevista ao vivo com a presidenta do CBH-Pará.

A mesma emissora, também esteve presente no dia 23/03, em São Sebastião do Oeste, produzindo outra reportagem sobre o peixamento promovido pelo CBH-Pará, Prefeitura de S. S do Oeste, CEMIG e Codevasf. Outras empresas jornalísticas, como as rádios Candidés, Castelo Branco e os jornais Magazine, Gazeta do Oeste e Primeira Página - de Divinópolis - também divulgaram as atividades do CBH-Pará ao longo da semana em que se comemorou o Dia Mundial das Águas.

E a mobilização social continua

Em prosseguimento à mobilização comunitária nos municípios, estaremos realizando no dia 19 de abril mais peixamentos dispersos, chamando a atenção dos estudantes, produtores rurais e cidadãos sobre a questão das águas, a fim de buscar a participação de toda a sociedade no desenvolvimento do Projeto "Água é Vida". Parceiros: Prefeituras Municipais, CEMIG, Codevasf, EMATER, ONGs e escolas locais.

Peixamentos: Divinópolis, Represa do Gafanhoto e Comunidade do Ferrador; São Gonçalo do Pará, Médio Rio Pará; Santo Antônio do Monte e Perdigão, Médio Rio Lambari; Carmópolis de Minas, Alto Rio Pará; Leandro Ferreira, Médio Rio Lambari; Itapecerica, Ribeirão Santo Antônio, Micro-bacia do Rio Itapecerica; Medeiros.


Retornar ao topo da página


Em que consiste o Diagnóstico Sócio-Ambiental


Levantar em cada micro-bacia as principais intervenções nos recursos hídricos (águas superficiais e captações subterrâneas) como por exemplo:

    . locais onde possuam poços artesianos;
    . captações d'água com utilização de motores;
    . intervenções prejudiciais nos recursos hídricos e nas áreas de preservação permanente (ex.: ranchos e outros);
    . indústrias instaladas;
    . áreas de mata nativa, matas extensas, parques;
    . definição das ocupações dos solos marginais aos córregos, ribeirões e rios;
    . extrações de areia, argila e minerais;
    . áreas de irrigação;
    . atividades agroindustriais;
    . erosões laminares (locais onde j existem);
    . áreas degradadas no solo;
    . levantamento de nascentes e sua situação na geração de água nos últimos 20 anos;
    . levantamento da fauna e flora;
    . demais informações relevantes.

Enfim, promover uma inter-relação harmoniosa entre as atividades econômicas, o solo, a água e seus efeitos, proporcionando uma situação de equilíbrio ambiental sem prejuízos para a geração de águas, ou seja, conciliar fatores econômicos e am- bientais de modo a não acabar com nosso bem mais precioso - a água.

Estaremos realizando no auditório do INESP/UEMG, Av. Paraná, s/nº Campus Universitário, Bairro Belvedere, Divinópolis/MG, durante os dias 9 e 10 de maio/2001,
treinamento aos interessados em participar da fotografia ambiental da Bacia do Rio Pará (Diagnóstico Sócio-ambiental)]


Retornar ao topo da página


Conservação do solo
Saiba a maneira correta de faze-lo - EMATER MG


Sem dúvida alguma um dos maiores inimigos de nossas águas é o mal uso do solo proveniente de desmatamentos irregulares, preparo do solo e plantio em morro abaixo e o uso constante do fogo. Já entramos no tão esperado século 21 e estes problemas continuam acontecendo. É bem verdade que já existe muita gente consciente, mas ainda há uma grande parcela que faz vista grossa aos apelos dos pesquisadores e conservacionistas e continuam a degradação, colocando em risco o que temos de mais precioso "a água" sem a qual nada sobrevive.

Em relação ao preparo do solo e plantio, alguns aspectos devem ser observados que é a preservação dos topos de morro, margens de córregos, rios, lagoas, e entorno de nascentes que são como a própria lei diz: "Áreas de preservação permanente" e não podem ser destruídas.

Outro problema é o plantio morro abaixo como já mencionado, sendo que o certo é o preparo e plantio em nível no sentido contrário ao das águas e se isso não for possível é porque este terreno não é mecanizável, tendo o produtor outras opções como a tração animal ou o uso de culturas perenes que sirvam para segurar o solo, barrando e diminuindo a força das águas, fazendo com que a mesma se infiltre no solo o que irá abastecer os lençóis freáticos.

É importante também adotar práticas de contenção. Só para se ter uma idéia da importância da vegetação para o solo e consequentemente para a água, eis alguns dados que relacionam as perdas de solo pela erosão de acordo com o uso do mesmo:

    pastagem - 700 kg/ha ano
    cafezal - 1.100 kg/ha ano
    algodoal - 38.000 kg/ha ano
    mata - 4 kg/ha ano

E para onde vai toda esta terra? Para os cursos d'água, entupindo nascentes e assoreando córregos, rios e lagoas e causando erosões muitas vezes irreversíveis.

Outro conceito errado que se tem é no ato da formação de pastagens, quando se retiram todas as árvores, achando que as mesmas são prejudiciais à atividade o que não é verdade, pois pesquisas da EMBRAPA Gado de Leite comprovam que é perfeitamente possível conciliar pastagem com árvores - é o que chamamos "complexo silvopastoril" - que proporciona além de um aumento do produto animal - carne, leite, etc - outra fonte de renda proveniente das árvores como coqueiro, seringueira, eucalipto, entre outras.

Ainda outro costume errado que se tem é o de queimar as pastagens com o intuito de revigorá-las, portanto, vejam o que dizem as pesquisas da EMBRAPA Gado de Corte: "As perdas com nitrogênio e enxofre por volatização durante a queima podem chegar a 17 kg/ha ano e 7 kg/ha ano, respectivamente.

Como a maioria das pastagens não recebe adubação nitrogenada e sulfatada regularmente, pode-se imaginar o quanto se perde a cada ano com as queimadas. As perdas com o desempenho animal também foram medidas e os resultados obtidos apontaram para uma perda de quase 5,5 arrobas por ha nas pastagens queimadas em relação as não queimadas, então é só fazer as contas. Por isso, procure sempre se informar, antes de tomar qualquer decisão, nos órgãos de pesquisa, extensão e ambientais como EPAMIG, EMBRAPA, EMATER-MG, IEF e CBH-Pará. Eles estão aí para atendê-los e orientá-los no que for preciso, portanto, é só procurá-los e mãos à obra.

Fonte: Embrapa


Retornar ao topo da página


Regina Greco é reconduzida para novo mandato como presidenta do CBH-Pará
Chapa consensual obteve o voto de 32 dos quarenta delegados presentes


A atual presidenta do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pará - CBH-Pará, Regina Greco, foi reeleita para mais um mandato de dois anos em eleição realizada no último dia 29 de março com posse no dia, no Campus do INESP/UEMG, em Divinópolis. Trinta e dois dos 40 representantes com direito a voto estiveram presentes à eleição confirmando o quorum mínimo de 2/3, exigidos pelo estatuto da entidade. A eleição foi precedida pela prestação e aprovação das contas do CBH-Pará, seguida pelo credenciamento dos representantes aptos a votar e a apresentação das chapas concorrentes, que acabou sendo única e de consenso.

A nova diretoria do CBH-Pará ficou assim definida:

    Presidenta: Regina Greco - Prefeitura Municipal de Pedra do Indaiá
    1° Vice-Presidente: Cléber de Minas Monteiro EMATER - MG
    2° Vice-Presidente: Édson de Souza Vilela - Prefeito Municipal de Carmo do Cajuru
    1° Tesoureiro: Márcio Antônio de Oliveira - Rep. Prefeitura Municipal de Divinópolis
    2° Tesoureiro: José Jesuíno da Silva (Tibúrcio) - Rep. Prefeitura de Carmópolis de Minas
    1° Secretário: Ralim Dias Mileib - Rep. Prefeitura Municipal de Itaúna
    2° Secretário: Paulo Sérgio Sant'Ana Furtado - Indústria - Acid - Divinópolis


Retornar ao topo da página


Cartas


O CBH-Pará recebeu na segunda quinzena de março uma correspondência com notícias importantes para a melhoria do meio-ambiente.

A prefeita de Carmópolis de Minas, Maria do Carmo Rabelo Lara, conta toda a sua luta junto com a comunidade para despoluir o Córrego Lava-Pés que recebia 50% do esgoto sanitário domiciliar e hospitalar da cidade.

Hoje, a situação é outra. Carmópolis de Minas pode se orgulhar de ser uma cidade que tem 100% de seu esgoto tratado, e de estar fazendo a sua parte para preservar os recursos hídricos.

O CBH-Pará está aberto para publicar outras notícias tão boas quanto esta. Escrevam contando a sua história.

Curtas


3º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas

O Hotel Granville, em Belo Horizonte, será sede, de 17 a 21 de junho, do 3° Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas.

É o Brasil discutindo como administrar de forma eficiente os seus recursos hídricos através de quem efetivamente conhece o assunto: seus comitês.

Não deixe de se informar e participar. O CBH-Pará estará lá!


Retornar ao topo da página


Conheça as competências da Agência Nacional de Águas ANA


No primeiro informativo "Água é Vida", você ficou sabendo da importância que a Agência Nacional de Águas , ANA terá no controle e disciplinamento da política de recursos hídricos no Brasil. Confira agora, quais são exatamente as competências da ANA.

Cabe à Agência Nacional de Águas, conforme a Lei N° 9.984/2000:

    I - supervisionar, controlar e avaliar as ações e atividades decorrentes do cum- primento da legislação federal pertinente aos recursos hídricos;
    II - disciplinar, em caráter normativo, a implementação, a operacionalização, o controle e a avaliação dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos;
    III - (VETADO)
    IV - outorgar, por intermédio de autorização, o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União, observado o disposto nos arts. 5°, 6°, 7° e 8°;
    V - fiscalizar os usos de recursos hídricos nos corpos de água de domínio da União;
    VI - elaborar estudos técnicos para subsidiar a definição, pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos, dos valores a serem cobrados pelo uso de recursos hídricos de domínio da União, com base nos mecanismos e quantitativos sugeridos pelos Comitês de Bacia Hidrográfica, na forma do inciso VI do art. 38 da Lei n° 9.433, de 1997;
    VII - estimular e apoiar as iniciativas voltadas para a criação de Comitês de Bacia Hidrográfica;
    VIII - implementar, em articulação com os Comitês de Bacia Hidrográfica, a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio da União;
    IX - arrecadar, distribuir e aplicar receitas auferidas por intermédio da cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio da União, na forma do disposto no art. 22 da Lei n° 9.433, de 1997;
    X - planejar e promover ações destinadas a prevenir ou minimizar os efeitos de secas e inundações, no âmbito do sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, em articulação com o órgão central do Sistema de Defesa Civil, em apoio aos Estados e Municípios;
    XI - promover a elaboração de estudos para subsidiar a aplicação de recursos financeiros da União em obras e serviços de regularização de cursos de água, de alocação e distribuição de água, e de controle da poluição hídrica, em consonância com o estabelecido nos planos de recursos hídricos;
    XII - definir e fiscalizar as condições de operação de reservatórios por agentes públicos e privados, visando a garantir o uso múltiplo dos recursos hídricos, conforme estabelecido nos planos de recursos hídricos das respectivas bacias hidrográficas;
    XIII - promover a coordenação das atividades desenvolvidas no âmbito da rede hidrometeorológica nacional, em articulação com órgãos e entidades públicas ou privadas que a integram, ou que dela sejam usuárias;
    XIV - organizar, implantar e gerir o Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos;
    XV - estimular a pesquisa e a capacitação de recursos humanos para a gestão de recursos hídricos;
    XVI - prestar apoio aos Estados na cri- ação de órgãos gestores de recursos hídricos;
    XVII - propor ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos o estabelecimento de incentivos, inclusive financeiros, à conservação qualitativa e quantitativa de recursos hídricos.


Retornar ao topo da página


Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pará em parceria com a CEMIG, Codevasf, EMATER, Prefeituras Municipais, ONG's e escolas locais promoveu peixamentos e mobilizou as comunidades no Dia Mundial das Águas


O CBH-Pará aproveitou da forma mais intensa possível as atenções da mídia para com a comemoração do Dia Mundial das Águas, no dia 22 de março, último passado.

Para intensificar a divulgação do Projeto "Água é Vida", o CBH-Pará realizou vários peixamentos, mobilizando comunidades, Prefeituras Municipais e ONG's ligados à defesa do meio-ambiente.

A comemoração teve início no sábado, 17/03, na cidade de Itapecerica com a mobilização social através do Movimento de Cidadania pelas Águas com o peixamento de aproximadamente 15 mil alevinos que foram soltos no Ribeirão Vermelho nas Fazendas Palestina e dos Ipês e no Ribeirão do Gama em parceria com a ONG SEI - Sociedade Ecológica de Itapecerica. A CEMIG, Codevasf, Prefeituras Municipais e escolas locais foram os parceiros constantes do CBH-Pará nos demais peixamentos realizados também em comemoração ao Dia Mundial das Águas, sendo ainda celebrada em Itapecerica uma missa ecológica pelo Bispo Dom José Belvino.

Ao final da manhã, a presidenta do CBH-Pará, Regina Greco, proferiu uma palestra onde falou da importância do Projeto "Água é Vida" para a preservação das águas na Bacia do Rio Pará.

São Sebastião do Oeste, Carmópolis de Minas e Passa Tempo

Na sexta-feira 23/03, pela manhã, centenas de estudantes e demais membros da comunidade de São Sebastião do Oeste participaram do peixamento de alevinos das espécies Piau Verdadeiro e Curimatã feito no Ribeirão São Pedro, com a parceria da CEMIG e Codevasf. Também em São Sebastião do Oeste, os participantes ouviram a fala da presidenta do CBH-Pará, explicando o motivo do peixamento, a importância da preservação e a necessidade da mobilização da comunidade para o sucesso do Projeto "Água é Vida". A Administração Municipal de São Sebastião do Oeste disponibilizou ônibus gratuitos para os estudantes que participaram do evento e junto à E. M. Deputado Jaime Martins demonstrou a sua costumeira sensibilidade com o meio-ambiente, recolhendo lixo ao redor da área do peixamento.

Depois de São Sebastião do Oeste, ainda na sexta-feira 23, as equipes do CBH-Pará e CEMIG/Codevasf, tomaram estrada rumo à Praia do Trigo, às margens do Rio Pará, praticamente na divisa dos municípios de Carmópolis de Minas, Passa Tempo e Piracema. Com a presença dos prefeitos de Passa Tempo e Carmópolis de Minas e centenas de estudantes das redes municipais e estadual, foram soltos alevinos, também das espécies Piau Verdadeiro e Curimatã nas águas do Rio Pará, perfazendo neste 23/03 peixamentos com montante de aproximadamente 15 mil alevinos.

Na Praia do Trigo, estudantes do ensino fundamental apresentaram poemas e leram textos produzidos por eles especialmente para a ocasião.

Também no dia 30/03, foram realizados mais peixamentos com uma média de 25 mil alevinos nas cidades de Carmo do Cajuru, Médio Pará; Cláudio, Alto Ribeirão Boa Vista; Pedra do Indaiá, Alto Rio Lambari; Itaúna, Alto Rio São João e por último Bambuí, Alto Rio São Francisco.


Retornar ao topo da página


Como acontece a poluição


FOSSAS - Quando construídas próximas aos lagos, rios ou cisternas, contaminam os lençóis de água próximos.

DESPEJOS - Grande número de indústrias lançam diferentes tipos de substâncias químicas nas águas.

DETERGENTES - A maioria dos detergentes possui substâncias sintéticas (não solúveis em água) e fosfatos, podendo causar alergias e doenças de pele. Quando lançados nos rios causam a formação de espuma e impedem a recuperação das águas.

ESGOTOS - O lançamento de esgotos na água traz conseqüências nocivas à saúde pela presença de organismos causadores de doenças. Pode até causar a morte da flora e da fauna aquáticas.

DEFENSIVOS - As chuvas, a enxurrada e a drenagem malfeita lavam os vegetais e o solo que estão impregnados de defensivos agrícolas (os agrotóxicos), levando-os para os rios e lagos, envenenando suas águas.

LIXO - Os resíduos domésticos e industriais abandonados em terrenos baldios, margem dos rios, além da poluição, atraem as baratas, os mosquitos, os ratos e outros bichos perigosos e afetam a nossa saúde.

EROSÃO - É o desgaste, a destruição do solo. Pode ser causada pela ação da água, do vento ou pelo homem. O homem destrói o solo com queimadas, desmatamentos, mecanização morro abaixo e pastoreio intensivo.

MINERAÇÃO - A exploração predatória causa o deslizamento ou queda de blocos de pedras, erosão nos morros, desmatamento da vegetação nativa e retirada das camadas férteis do solo.

DESMATAMENTOS - Empobrece o solo, reduz os cursos d'água, provocando a seca, causando o desaparecimentos de exemplares da fauna e da flora, além de provocar mudanças climáticas.

AGROTÓXICOS - O uso inadequado de fertilizantes e defensivos agrícolas polui o solo e os rios com suas substâncias tóxicas.

QUEIMADAS - O fogo favorece a erosão, destrói animais e plantas, provocando perdas de muitas das propriedades do solo.

FUMAÇA - A queima do lixo, a descarga de combustão dos carros, ônibus e caminhões e a fumaça dos cigarros afetam não só as pessoas, mas também as plantas e animais.

INCINERADORES - São causadores de inúmeras doenças respiratórias, circulatórias, cardíacas, podendo ser também cancerígenas.

RADIOATIVIDADE - Conseqüência de resíduos radioativos, gerados por submarinos atômicos, usinas nucleares, reatores, bombas e equipamentos médicos e hospitalares (tais como Raio-X, ultravioleta, rádio-terapia, etc) manuseados sem preocupações.

VISUAL - Causado pela alteração da paisagem natural ou urbana, a poluição visual é também psicológica, pois, se levada ao cérebro pelo olho, pode aumentar o stress e até complicações mentais.

RUÍDOS - Também o excesso de ruídos é poluição. Aumenta a tensão, age sobre os sistemas nervoso e circulatório, diminui a audição, levando, muitas vezes, à surdez.


Retornar ao topo da página